• Lis Haddad

Transeunte

Atualizado: 4 de Ago de 2020

Em outubro estive em Myanmar e desde que voltei ao Brasil tenho organizado aos pouquinhos todo material registrado (e aquele sob a pele também). Só hoje, mais de mês depois da minha chegada, consegui rever as fotos do ateliê de ourivesaria que visitei.

Olhar as imagens, reconhecer as ferramentas, o processo, a transformação, a alquimia, ver toda similaridade do fazer aqui e lá, beira o desconcerto. É tudo tão igual, tão o mesmo e tão absurdamente diferente.

Novamente me mudei. Dessa vez assentei-me em São Paulo. E meu ateliê já entendeu nosso destino de transeunte.

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